É ao grande Maxwell que devemos aquelas quatro belas equações que descrevem a electricidade e o magnetismo.
O que fazemos quando temos à nossa frente equações? Simplificamos e tentamos retirar o máximo de informações possíveis. Ele assim o fez, colocou-as no vazio e descobriu que elas descreviam uma onda. Calculou a velocidade dessas ondas. E "eu conheço esta velocidade, é a velocidade da luz".
Na sua condição de Homem imerso no seu tempo ele "sabia" que as ondas propagam-se em meios. Como é que a luz se pode propagar no vazio? Tem que haver alguma coisa... uma substância fina o suficiente para que não perturbe os planetas mas que sirva de meio à luz, o éter. Conclusão, a luz, os raios X e as ondas rádio propagam-se pelo éter.
Ainda hoje, os russos dizem no éter, quando falam de rádio. E é discutível que a expressão ocidental no ar tenha a mesma origem, mas que pouco a pouco se tenha transformado em algo mais terra-a-terra...
Não seria maravilhoso se na televisão eles dissessem estamos no éter?
Informação tirada d'O Mundo Assombrado pelos Demónios de Carl Sagan
Dobrar - Pôr dobrado. Fazer curvar, vergar ou torcer. Voltar. Passar além de. Passar por (para tomar outra direcção). Duplicar. Tornar mais forte, mais intenso, mais activo. Demover, modificar. Induzir. Fazer ceder, obrigar, coagir. Gorjear, cantar. Executar uma dobragem. Conseguir uma volta de avanço sobre alguém. Substituir um actor. Tocar (o sino) a finados. Duplicar-se;Ceder. Dar a volta. Multiplicar-se.
segunda-feira, 23 de maio de 2011
quarta-feira, 4 de maio de 2011
Agenda - troquei o projecto 75 :) pelo projecto vamos ver se faço 4...
É provavel que não consiga fazer a 3ª, mas a intençao é que conta....
O plano de treinos já esta em marcha :)
Abraços
O plano de treinos já esta em marcha :)
Abraços
- Corrida do São Joao, Junho, 15Km
- 18 de Setembro, 10h00:
Meia Maratona SportZone, 5ª edição - 6 de Novembro, 9h00:
EDP Maratona do Porto, 8ª edição - 18 de Dezembro, 18h00:
Liberty Seguros São Silvestre Cidadedo Porto, 18ª edição.
terça-feira, 3 de maio de 2011
domingo, 1 de maio de 2011
Um Domingo exemplar
Enquanto uns dão aulas na universidade e outros mergulham nus no outro lado do mundo, eu passo um belo domingo deitada no meu sofá novo (que por coincidência, ou não, é igual ao do Roldão)... Que bem que sabe!
Num dia dedicado inteiramente a mim e à minha vontade (ou falta dela), decidi partilhar convosco uma animação linda que vale mesmo a pena ver.
Espero que gostem tanto quanto eu.
Objectivos do dia:
- dormir
- comer
- só levantar quanto estritamente necessário
;)
Num dia dedicado inteiramente a mim e à minha vontade (ou falta dela), decidi partilhar convosco uma animação linda que vale mesmo a pena ver.
Espero que gostem tanto quanto eu.
Objectivos do dia:
- dormir
- comer
- só levantar quanto estritamente necessário
;)
quarta-feira, 27 de abril de 2011
quinta-feira, 21 de abril de 2011
I'm the math teacher bi*ch
Ontem tive uma pequena reunião com a directora do Departamento de Matemática e Estatística, e se tudo correr bem vou ensinar aqui na universidade o ano que vem.
Claro que será um curso básico (ano 0 ou 1), cruzo os dedos para que seja álgebra linear (ano 1). Agora tenho que esperar que os professores escolham os deles e depois será a minha vez de escolher.
Estou feliz.
PS: Ricardo, não leves a mal a brincadeira com o título.
Claro que será um curso básico (ano 0 ou 1), cruzo os dedos para que seja álgebra linear (ano 1). Agora tenho que esperar que os professores escolham os deles e depois será a minha vez de escolher.
Estou feliz.
PS: Ricardo, não leves a mal a brincadeira com o título.
segunda-feira, 18 de abril de 2011
quarta-feira, 13 de abril de 2011
Eu sou contra a entrada do FMI em Portugal
e tu?
P.S. é minha impressão ou o David Santos de Noiserv fala como o Paulo Bento, apenas um pouco menos tranquilo? http://youtu.be/aSHnHePLV90
P.S. é minha impressão ou o David Santos de Noiserv fala como o Paulo Bento, apenas um pouco menos tranquilo? http://youtu.be/aSHnHePLV90
domingo, 10 de abril de 2011
Bangladesh
Este mês, o Mundo Diplomático dedica dois artigos ao Bangladesh. Se puderem, dêem uma vista de olhos.
Introdução
O Bangladesh é um pequeno país (uma vez e meia Portugal) extremamente populoso (150 milhões de habitantes). A capital é Dhaka e conseguiu a independência do Paquistão em 70-71, através duma guerra mortífera.
Indústria têxtil
A industria têxtil, mais do que outra qualquer indústria, procura mão de obra barata. E digo, mais do que outra qualquer, porque em outras indústrias, mão de obra qualificada ou acesso a matérias primas ou energia têm um papel algo importante.
Ora, o Bangladesh é barato. Com um ordenado de base "ultra leve" de 17€ por mês as multinacionais (tais como H&M, Tommy Hilfiger, Zara, Carrefour...) não desgostam do Bangladesh. A título de exemplo, o ordenado base no Vietname é 75€ e na Índia 112€.
A juntar a isto, vêm as más condições do costume, horas extraordinárias "voluntárias" não pagas, trabalho infantil, sindicatos controlados, não têm descanso semanal. Perante tais condições, os trabalhadores revoltam-se. Por exemplo, em Maio passado 50 mil operários manifestaram-se para pedir mais direitos e melhores ordenados, e foram reprimidos pelas forças armadas resultando em dezenas de mortos.
O que fazer, quando o capital tem a faca e o queijo? As multinacionais não terão pejo nenhum em deslocalizar-se e empurrar centenas de milhares para o desemprego.
40 anos depois, finalmente um tribunal de guerra
Em Janeiro, a primeira ministra lançou uma grande ofensiva contra o poder religioso. Primeiro risca da constituição as referências ao Islão e depois cria um tribunal de guerra para julgar os crimes de guerra perpetuados durante a ocupação paquistanesa em 70-71.
Aquando da guerra de independência, que nas estimativas mais negras poderá ter custado a vida a 3 milhões de pessoas, os fundamentalistas islâmicos eram contra a independência e por isso apoiaram a ocupação.
É saudável que o país finalmente julgue quem cometeu tais hediondos crimes. Mas a modo como o faz é questionável. Começar a prender os dirigentes dos partidos da oposição, nomeadamente o Jamaat-e-Islami, acusá-los inicialmente de crimes secundários (que nada têm a ver com os anos 70-71) para depois acusá-los de crimes de guerra. Proibir os livros do movimento em questão...
Começa a parecer uma caça cega às bruxas.Curiosamente, lembra certos ditadores magrebinos que perseguiam a oposição tratando-os por terroristas islâmicos e acusando-os de ter ligações com a Al-Qaeda.
Será que tudo isto é apenas o Bangladesh na sua senda de justiça ou é apenas uma deriva autoritária de destruição da oposição pela justiça e difamação?
Introdução
O Bangladesh é um pequeno país (uma vez e meia Portugal) extremamente populoso (150 milhões de habitantes). A capital é Dhaka e conseguiu a independência do Paquistão em 70-71, através duma guerra mortífera.
Indústria têxtil
A industria têxtil, mais do que outra qualquer indústria, procura mão de obra barata. E digo, mais do que outra qualquer, porque em outras indústrias, mão de obra qualificada ou acesso a matérias primas ou energia têm um papel algo importante.
Ora, o Bangladesh é barato. Com um ordenado de base "ultra leve" de 17€ por mês as multinacionais (tais como H&M, Tommy Hilfiger, Zara, Carrefour...) não desgostam do Bangladesh. A título de exemplo, o ordenado base no Vietname é 75€ e na Índia 112€.
A juntar a isto, vêm as más condições do costume, horas extraordinárias "voluntárias" não pagas, trabalho infantil, sindicatos controlados, não têm descanso semanal. Perante tais condições, os trabalhadores revoltam-se. Por exemplo, em Maio passado 50 mil operários manifestaram-se para pedir mais direitos e melhores ordenados, e foram reprimidos pelas forças armadas resultando em dezenas de mortos.
O que fazer, quando o capital tem a faca e o queijo? As multinacionais não terão pejo nenhum em deslocalizar-se e empurrar centenas de milhares para o desemprego.
40 anos depois, finalmente um tribunal de guerra
Em Janeiro, a primeira ministra lançou uma grande ofensiva contra o poder religioso. Primeiro risca da constituição as referências ao Islão e depois cria um tribunal de guerra para julgar os crimes de guerra perpetuados durante a ocupação paquistanesa em 70-71.
Aquando da guerra de independência, que nas estimativas mais negras poderá ter custado a vida a 3 milhões de pessoas, os fundamentalistas islâmicos eram contra a independência e por isso apoiaram a ocupação.
É saudável que o país finalmente julgue quem cometeu tais hediondos crimes. Mas a modo como o faz é questionável. Começar a prender os dirigentes dos partidos da oposição, nomeadamente o Jamaat-e-Islami, acusá-los inicialmente de crimes secundários (que nada têm a ver com os anos 70-71) para depois acusá-los de crimes de guerra. Proibir os livros do movimento em questão...
Começa a parecer uma caça cega às bruxas.Curiosamente, lembra certos ditadores magrebinos que perseguiam a oposição tratando-os por terroristas islâmicos e acusando-os de ter ligações com a Al-Qaeda.
Será que tudo isto é apenas o Bangladesh na sua senda de justiça ou é apenas uma deriva autoritária de destruição da oposição pela justiça e difamação?
domingo, 20 de março de 2011
Lord of the Boards
Enquanto os portugueses iam gritar para a rua e o mundo se preparava para mais uma guerra, alguém andava a divertir-se aos saltos bem altos ;)
sábado, 19 de março de 2011
Grande Torga, abraços
Querido leitor:
Escrevo-te da Montanha, do sítio onde medram as raízes deste livro. [..] Encontrei tudo como deixei o ano passado, quando da primeira edição destas aventuras. Apenas vi mais fome, mais ignorância e mais desespero. Corre por estes montes um vento desolador de miséria que não deixa florir as urzes nem pastar os rebanhos. O social juntou-se ao natural, e a lei anda de mãos dadas com o suão a acabar de secar os olhos e as fontes. Crestados e encarquilhados, os rostos dos velhos parecem pergaminhos milenários onde uma pena cruel traçou fundas e trágicas legendas. Na cara lisa dos novos pouca mais esperança há. Ora eu sou escritor, como sabes. Poeta, prosador, é na letra redonda que têm descanso as minhas angústias. Mas nem tudo se imprime. Ao lado do soneto ou do romance que a máquina estampa, fica na alma do artista a sua condição de homem gregário. E foi por isso que fiz aqui uma promessa que te transmito: que estava certo de que tu, habitante dos nateiros da planície, terias em breve compreensão e amor pela sorte áspera destes teus irmãos. Que um dia virias ao encontro da aridez e da tristeza contidas nas suas fragas, não como leitor do pitoresco ou do estranho, mas como sensível criatura tocada pela magia da arte e chamada pelos imperativos da vida. Prometi isso porque me senti humilhado com tanto surro e com tanta lazeira, e envergonhado de representar o ingrato papel de cronista de um mundo que nem me pode ler. Tomei compromisso em teu nome, o que quer dizer em nome da própria consciência colectiva. Na tua ideia, o que escrevo, como por exemplo estas histórias, é para te regalar e, se possivel for, comover. Mas quero que saibas que ousei partir desse regalo e dessa comoção para te responsabilizar na salvação da casa que, por arder, te deslumbra os sentidos.
Miguel Torga, São Martinho da Anta, Setembro de 1945, Prefácio aos Novos Contos da Montanha
segunda-feira, 7 de março de 2011
Barbara
Aqui em Montréal está um dia maravilhoso, um pouco cinzento mas não chove, e isso é o suficiente para que o dia seja maravilhoso.
Por isso queria partilhar convosco um pequeno poema triste:
Barbara
Rappelle-toi Barbara
Il pleuvait sans cesse sur Brest ce jour-là
Et tu marchais souriante
Épanouie ravie ruisselante
Sous la pluie
Rappelle-toi Barbara
Il pleuvait sans cesse sur Brest
Et je t'ai croisée rue de Siam
Tu souriais
Et moi je souriais de même
Rappelle-toi Barbara
Toi que je ne connaissais pas
Toi qui ne me connaissais pas
Rappelle-toi
Rappelle-toi quand même ce jour-là
N'oublie pas
Un homme sous un porche s'abritait
Et il a crié ton nom
Barbara
Et tu as couru vers lui sous la pluie
Ruisselante ravie épanouie
Et tu t'es jetée dans ses bras
Rappelle-toi cela Barbara
Et ne m'en veux pas si je te tutoie
Je dis tu à tous ceux que j'aime
Même si je ne les ai vus qu'une seule fois
Je dis tu à tous ceux qui s'aiment
Même si je ne les connais pas
Rappelle-toi Barbara
N'oublie pas
Cette pluie sage et heureuse
Sur ton visage heureux
Sur cette ville heureuse
Cette pluie sur la mer
Sur l'arsenal
Sur le bateau d'Ouessant
Oh Barbara
Quelle connerie la guerre
Qu'es-tu devenue maintenant
Sous cette pluie de fer
De feu d'acier de sang
Et celui qui te serrait dans ses bras
Amoureusement
Est-il mort disparu ou bien encore vivant
Oh Barbara
Il pleut sans cesse sur Brest
Comme il pleuvait avant
Mais ce n'est plus pareil et tout est abimé
C'est une pluie de deuil terrible et désolée
Ce n'est même plus l'orage
De fer d'acier de sang
Tout simplement des nuages
Qui crèvent comme des chiens
Des chiens qui disparaissent
Au fil de l'eau sur Brest
Et vont pourrir au loin
Au loin très loin de Brest
Dont il ne reste rien.
do grande meu homónimo Jacques Prévert
Lamento o facto de estar em francês, mas não sou capaz de o traduzir.
Por isso queria partilhar convosco um pequeno poema triste:
Barbara
Rappelle-toi Barbara
Il pleuvait sans cesse sur Brest ce jour-là
Et tu marchais souriante
Épanouie ravie ruisselante
Sous la pluie
Rappelle-toi Barbara
Il pleuvait sans cesse sur Brest
Et je t'ai croisée rue de Siam
Tu souriais
Et moi je souriais de même
Rappelle-toi Barbara
Toi que je ne connaissais pas
Toi qui ne me connaissais pas
Rappelle-toi
Rappelle-toi quand même ce jour-là
N'oublie pas
Un homme sous un porche s'abritait
Et il a crié ton nom
Barbara
Et tu as couru vers lui sous la pluie
Ruisselante ravie épanouie
Et tu t'es jetée dans ses bras
Rappelle-toi cela Barbara
Et ne m'en veux pas si je te tutoie
Je dis tu à tous ceux que j'aime
Même si je ne les ai vus qu'une seule fois
Je dis tu à tous ceux qui s'aiment
Même si je ne les connais pas
Rappelle-toi Barbara
N'oublie pas
Cette pluie sage et heureuse
Sur ton visage heureux
Sur cette ville heureuse
Cette pluie sur la mer
Sur l'arsenal
Sur le bateau d'Ouessant
Oh Barbara
Quelle connerie la guerre
Qu'es-tu devenue maintenant
Sous cette pluie de fer
De feu d'acier de sang
Et celui qui te serrait dans ses bras
Amoureusement
Est-il mort disparu ou bien encore vivant
Oh Barbara
Il pleut sans cesse sur Brest
Comme il pleuvait avant
Mais ce n'est plus pareil et tout est abimé
C'est une pluie de deuil terrible et désolée
Ce n'est même plus l'orage
De fer d'acier de sang
Tout simplement des nuages
Qui crèvent comme des chiens
Des chiens qui disparaissent
Au fil de l'eau sur Brest
Et vont pourrir au loin
Au loin très loin de Brest
Dont il ne reste rien.
do grande meu homónimo Jacques Prévert
Lamento o facto de estar em francês, mas não sou capaz de o traduzir.
domingo, 20 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
Lucidez
Este fim de semana não vou votar. Está decidido.
Não, não é que não me importe com a minha pátria, importo-me. Não, não é em protesto com a política, a política somos nós. Não, não é que prefira ir passear, estarei em Montreal. Não, não é que não haja mesas de voto aqui, elas existem.
Não, não é que eu não tenha ido ao consulado com antecedência. Fui há uns meses atrás, e disse que lá estava para poder votar mais tarde. Eles pegaram-me no meu Cartão de Cidadão e deram-me papéis a assinar, "pode ir para casa, enviar-lhe-emos notícias sobre as eleições alguns dias antes".
As eleições chegaram e telefonei-lhes, estou inscrito no consulado mas não recensiado aqui.
Baixo os braços num suspiro inconsolado!
Não, não é que não me importe com a minha pátria, importo-me. Não, não é em protesto com a política, a política somos nós. Não, não é que prefira ir passear, estarei em Montreal. Não, não é que não haja mesas de voto aqui, elas existem.
Não, não é que eu não tenha ido ao consulado com antecedência. Fui há uns meses atrás, e disse que lá estava para poder votar mais tarde. Eles pegaram-me no meu Cartão de Cidadão e deram-me papéis a assinar, "pode ir para casa, enviar-lhe-emos notícias sobre as eleições alguns dias antes".
As eleições chegaram e telefonei-lhes, estou inscrito no consulado mas não recensiado aqui.
Baixo os braços num suspiro inconsolado!
1974
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
Rotina matinal
Hoje quando saí de casa, o céu estava azul, a paisagem branca e o termómetro marcava uns agradáveis -22ºC...
Há um prazer indisfarçável em chegar aos extremos. Deve ser um pouco do que os montanhistas sentem, "hoje subi até aos X metros".
Abraços calorosos
Há um prazer indisfarçável em chegar aos extremos. Deve ser um pouco do que os montanhistas sentem, "hoje subi até aos X metros".
Abraços calorosos
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
Mini-Conferência
Dia 29, decorreu no Porto a tão esperada mini-conferência.
Muita gente apareceu, houve 14 palestras, dentro das quais a minha e a do Ricardo. Infelizmente o Hugo Silva e o Nuno de Sousa não puderam vir. Foi um gozo enorme estar na preparação deste evento. E no meu entender o saldo foi bastante positivo, falamos de nós, discutimos como gente grande e convivemos.
Que acharam de toda a iniciativa?
Porém uma coisa falhou, o Departamento de Física tinha pedido alguns testemunhos em troca e estes não foram feitos... até agora. Mas temos alguns contactos promissores.
As fotos já podem ser consultadas, vejam no site da coinferência - aqui.
Muita gente apareceu, houve 14 palestras, dentro das quais a minha e a do Ricardo. Infelizmente o Hugo Silva e o Nuno de Sousa não puderam vir. Foi um gozo enorme estar na preparação deste evento. E no meu entender o saldo foi bastante positivo, falamos de nós, discutimos como gente grande e convivemos.
Que acharam de toda a iniciativa?
Porém uma coisa falhou, o Departamento de Física tinha pedido alguns testemunhos em troca e estes não foram feitos... até agora. Mas temos alguns contactos promissores.
As fotos já podem ser consultadas, vejam no site da coinferência - aqui.
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
2,5 km em ritmo lento para iniciar o ano no Palácio de Cristal :)
Activity: RunGoogle Maps URL: http://maps.google.com/?q=http://share.abvio.com/c3c4/200a/4d1e/f23a/Runmeter-Run-20110103-1710.kml
Started: 2011/01/03 17:10:15
Run Time: 14:20
Distance: 2,52 km
Average: 5:41 /km
Fastest Pace: 4:41 /km
Climb: 10 meters
KCalories: 178
Official Route: Yeshttp://www.runmeter.com/
Assinar:
Postagens (Atom)


